sexta-feira, 12 de outubro de 2012

a supremacia de deus


TEXTO BASE ISAIAS 52: 13 =15

INTRODUÇÃO

TEMA: A SUPREMACIA DE CRISTO=I


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I -  Sua Glória inicial

1° Preexistente eternamente: “... e agora, glorifica-me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que Eu tive junto de Ti, antes que houvesse mundo”. (Jo 17: 5)
2° Participou ativamente na criação de todas as coisas, e tudo foi feito por e para Ele. (Jo 1: 3; Col 1:16)
3° Explicada por Davi: “Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó portais eternos, para que entre o Rei da Glória”. (Sal 24: 7)






II -Sua humilhação

1° Nasceu numa manjedoura (Luc 2:7)
2° Colocaram coroa de espinhos, bateram com uma cana, escarneceram, cuspiram, Crucificado como malfeitor. (Mat. 27: 38)
3° Sendo Deus, não quis ser igual a Deus, antes aniquilou-se a si mesmo, tomou forma de servo, fez-se semelhante aos homens, humilhou-se (Fil. 2:7,8)
4° Ao Senhor agradou moê-lo, tendo em vista nossa salvação e Sua alegria ao ver a humanidade restaurada (Is 53:10)
5° Aquele que mostrou Seu brilho pessoal a poucos (transfiguração), mas não teve vergonha de mostrar Sua dor e verdade humana a todos, na Cruz. Embora enquanto homem expôs sua humilhação a todos, Sua glória a apenas três (Mac 9:2,3; Mat. 27: 41=43).

III - Sua exaltação e glória final

1° O que triunfou sobre a morte e o pecado: “Quem é o Rei da Glória? O Senhor, forte e poderoso, o Senhor poderoso na guerra”. (Sal 24: 8)
2° Resplendor da glória, expressão exata, sustenta todas as coisas (Heb. 1: 3,4)
3° Descrita por João (Apo 1:13:18)
4° Proclamada pelo exército celestial (Apo 5:11 =14)
IV - Seu domínio sobre tudo e todos
1° Estão-lhe subordinados anjos, demônios, homens e qualquer domínio (I Pe 3: 22)
2° Diante Dele se dobram todos nos céus, na terra e debaixo da terra (Fil. 2:10)
V - O dever de todos prestarem-lhe adoração e submeter-se ao seu Senhorio
1° Nosso maior erro é não aceitá-lo como Salvador e depois como Senhor
2° “Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”. (I Jo 1: 8,9)
3° Quem não dobrar-se diante Dele hoje terá de dobrar-se no dia do juízo, mas como reconhecimento de seus erros e merecimento do inferno. “Montes, caí sobre nós.”
“Porque, como pela desobediência de um só homem muitos se tornaram pecadores, assim também por meio da obediência de um só muitos se tornaram justos.” (Rom 5:18)
Permitamos  reconhecer a superioridade de Cristo em nossas vidas, recursos e talentos, e tenhamos certeza de que em tudo Ele têm o domínio.
NOSSA PERSPECTIVA DO MUNDO(At. 27: 20 =24)
Dois modos diferentes de ver o mundo que nos cerca: a perspectiva de Paulo e a de Jonas.
A história negativa de Jonas que a contra gosto prega em Nínive; Paulo que quer pregar em Roma, tem isto como objetivo e está contente embora preso.
Os dois tem experiências similares e distintas ao mesmo tempo; para cada uma das coisas que um vive o outro vive exatamente o oposto.
Como homens que confessam servir ao mesmo Deus, e tem como objetivo pregar a palavra vêem as coisas sob perspectiva tão diferente? Por que sua maneira de ver a realidade de Deus é diferente, para um Deus é juiz, para outro é amor.
Jonas tem missão nacionalista, da separação, de achar que é o melhor e deseja que o mundo se acabe. Paulo vê o mundo sem fronteiras, não leva em conta bandeiras, costumes e ética, mas somente sob a perspectiva de Cristo ter derramado o seu sangue por todos.
Jonas:
1° Não era capaz de amar os diferentes, só os que se pereciam com ele.
2° Só queria fazer missão entre os que ele gostava.
3° Preferia não ter futuro a ter um presente com aqueles que ele não gostava.
Jonas se amarra aos iguais, fazer missão entre os que ele gostava.
Paulo preferia se perder a perder aqueles por quem Jesus morreu; sonha com a salvação completa do planeta, um velho preso irradiando doçura.
O que define estas duas experiências é que nós nos enquadramos na vida destes dois homens, ou somos Jonas ou somos Paulo, em que o navio é o ambiente no qual convivemos.
Jonas não tem projeto (foge); Paulo tem, pregar a César.
Jonas chega ao navio livre; Paulo preso.
Jonas se aliena; Paulo se integra.
Jonas não ora por ninguém; Paulo ora por todos.
Jonas se considera a causa da tragédia foge do Deus que fez o céu...; Paulo se considera a causa da sobrevivência.
Jonas desiste da vida; Paulo se apega à vida, disse:
“Tende bom ânimo, porque nenhuma vida se perderá entre nós, mas somente o navio”.
Jonas perde o respeito de todos; Paulo ganha o respeito de todos.
Jonas é vomitado em nínive e prega com raiva; Paulo se enche de amor e ganha a ilha.
Jonas se envenena por uma erva, caiu de amores por ela (teologia mesquinha da erva e do verme); Paulo é picado por uma víbora o que abre caminho à salvação da ilha.
Jonas considera os ninivitas uns bárbaros; Paulo os considera homens bons.
Jonas ora pela destruição da cidade; Paulo ora por curas na cidade.
O que faz com que dois homens que servem ao mesmo Deus ajam de forma tão diferente?
Jonas tinha a teologia da separação que o afastava de todos e Paulo tinha a teologia da graça e do amor.
Quais as principais características para vermos o mundo como Paulo:
1° Seu bom senso. Prevê a tempestade, não se liga a sobrenaturalidade de achar que é filho do rei, nada sucederá.
2° Na hora de fazer força não precisava de um bando de gente jejuando.
“Eu rogo que comais alguma coisa; porque disto depende a nossa sobrevivência.” (At. 27: 34)
3° Sua positividade. “... vos aconselho bom ânimo, porque nenhuma vida se perderá, somente o navio.” (At. 27: 22);
4° Seu senso de sobrenaturalidade: “Porque esta noite o anjo de Deus, de quem eu sou e a quem sirvo, esteve comigo.” (27: 23)
5° Seu senso de valoridade: “..., nenhuma vida se perderá,” (27: 22)
6° Seu espírito de praticidade: marinheiros querendo fugir (27: 30,31), não nos salvaremos nem com um anjo.
7° Sua liderança espiritual natural: todo dia amanhece um pouco maior
8° Sua tratabilidade:
9ª Sua evangelicidade: com qualidade, com conteúdo, com diversidade, evangeliza quando usa as características acima.
Devemos dar gosto à vida daqueles que nos cercam.

A ser viço do rei Pr. João Nunes Machado

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