sábado, 13 de outubro de 2012

a valorisação da salvação


TEXTO BASE Luc. 7: 41 =47

INTRODUÇÃO

TEMA: A VALORIZAÇÃO DA SALVAÇÃO=I





(13) Interagir com 57
O costume da época de comer reclinado sobre divãs à mesa, com os pés para trás.
Agostinho disse: “a igreja tem muitos aos quais Deus não tem e Deus tem muitos aos quais a igreja não tem”.

I - O que o fariseu deveria ter feito e não fez e o que a mulher não precisava ter feito e fez.

Costume da época / Tua conversão ainda é assim
1° Não deu água para Jesus lavar os pés / Regou os pés de Jesus com lágrima
Enxugou-os com os seus cabelos
Jesus lavaria seus próprios pés, o fariseu apenas deveria ter colocado a bacia e a toalha, a pecadora os lavou com lágrimas e enxugou com os seus cabelos.
2° Não deu ósculo (no rosto) / Beijou os seus pés
3°  Não ungiu a cabeça com óleo / Ungiu os pés com bálsamo





II - A repugnância do ato da pecadora para o fariseu
Nenhuma mulher tinha acesso à mesa com os homens
1° Seu preconceito (“como conseguiu ela o bálsamo?”) era com as atitudes passadas da mulher, em detrimento do seu coração quebrantado.
De onde uma prostituta arranjou dinheiro para comprar o ungüento? Era uma forma de poupança da época porque não tinha bancos, valia 300 denários.
Todo o passado dela ‘desperdiçado’ aos pés de Jesus (o melhor).
2° Aquilo que seria nosso dever e deixamos de fazer, alguém que nós desconsideramos está fazendo com muito amor e bem melhor
3° Só Ele é digno de toda nossa extravagância

III - Jesus não tem compromisso

1° com os que se justificam a si mesmos
2° Com quem se julga ter nascido dentro da igreja, está acostumado com ela, sem nunca ter entendido o verdadeiro significado de servir-lo.
3° Parcialidade na conversão: “pouco se perdoa; pouco ama.” - não abandonou tudo, por isso não sente a plenitude do perdão, conseqüentemente não ama.

IV - O tamanho de nosso amor é do tamanho do entendimento do nosso perdão.

1° O fariseu se achava justificado diante de seu conhecimento e contato com Cristo.
2° A mulher se achava pecadora sabia de sua condição miserável e simplesmente julgou-se indigna de até mesmo sentar-se à mesa, e fazer na cabeça o que fez nos pés.
 3° o fariseu era um pecador não descoberto, porque embora estando com Jesus, escondia sua própria maldade e dureza de coração sob o disfarce da fé e da moralidade, portanto, achou-se justificado pelo cumprimento da lei e sem nenhuma necessidade Dele.
4° O fariseu se escondia sob sua capa para ignorar Jesus com mais intensidade.
5° O valor de Jesus à mulher é maior porque ela era declaradamente pecadora, e se escondeu a si mesma sob o sangue de Jesus a fim de viver em santidade dependente de Deus.
V - Qual tem sido nossa atitude em relação a Jesus?

1° Tem sido de um fariseu hipócrita?

2° De uma mulher pecadora arrependida?
3° Temos derramado nosso vaso diante do Senhor, ou temos estado numa atitude de confiança por estarmos exteriormente de acordo com o sistema? “Há aqueles que são puros aos seus próprios olhos, e que jamais foram lavados da sua imundícia.” Prov 30: 12
4° Um amor não baseado em liturgias, mas em espontaneidades. (Ezequias)
5° Jesus honra os que derramam seu coração em arrependimento, agradecimento e louvor.
“Perto está o Senhor dos que tem coração quebrantado, e salva os contritos de espírito.” Sl 34: 18  
O sacrifício agradável a Deus é o coração quebrantado, ao coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.” Sl 51.17

“Sara os quebrantados de coração, e cura-lhes as feridas.” Sl 147.3  (Pedro)
O que o fariseu deveria ter feito com honra elevada por ser preceito da lei e uma maneira agradável de recepcionar o ilustre  visitante a mulher fez com muita humildade, de joelhos e em locais inversos do que deveria ter sido feito.

Haverá lágrimas no céu (Ap 7.17) de gratidão como da mulher pecadora.
Nosso perfume só exala quando nosso frasco (coração) é quebrado (quebrantado).
 Um gesto de amor sem palavras:

1) Sua fonte: contrição, arrependimento, fé e humildade.
2) Sua prova: oferta preciosa e lágrimas.
Alguma vez já lavou os pés de Jesus com lágrimas. Aproximou-se dele sem pedir nada?

A ser viço do rei Pr. João Nunes Machado

Nenhum comentário:

Postar um comentário