sexta-feira, 12 de outubro de 2012

deud não esquece de nimguem


TEXTO BASE Is. 49:15,16

INTRODUÇÃO

TEMA: DEUS NÃO ESQUECE DE NINGUÉM=I 



Temos visto a ferocidade com que muitas mães defendem deus filhos, outras até matam seus filhos, porém ainda que isto aconteça Deus nunca esquece.
I - Deus estaria contrariando sua própria natureza se desprezasse alguém.

As suas misericórdias são a causa de não sermos consumidos.
a) Deus amou o mundo de tal maneira que deu (Jo 3.16)
b) As desventuras do mundo não são argumentos em prol do abandono de Deus a alguma criatura.
c) Ele é o único que ama mesmo quando não é correspondido.





II - O que divide a criatura de Deus são os seus pecados.

1° Há uma parede de separação entre Deus e o homem.
2° Esta parede foi quebrada por Cristo naqueles que O aceitam.
Moisés viu Deus pela fenda da Rocha, Cristo.
3° Além do pecado comum à raça humana há o pecado individual.
Ex.: Vícios (fardo), ódio, maldades.
4° Porém algo precisa ser consertado com urgência, a “lepra” do pecado.
5° Não há argumentos para deixar para amanhã.
Faraó não quis ser liberto logo das rãs.
6° As práticas duvidosas do homem o condenam.

III - Deus neste exato momento lembra-se de todos.

1° A aspiração da criatura por algo é a prova de que Deus está interessado nela, é o Espírito Santo quem proporciona isto. A procura da religião.
2° Não existe criatura que não se possa salvar.
3° Mesmo os que o traspassaram na cruz seriam perdoados:
Ide atrás do que me bateu na face, do que teceu e colocou a coroa, o que com a vara bateu na coroa, o que deu um pontaço de lança, os que pregaram os cravos.
4° Seus fardos são um peso insuportável.
Vícios, vazio interior, culpa, sentimentos de desprezo.

IV - Deus o espera de braços Abertos.

1° Quem não aceitar já está condenado. (Jo 3: 18)
Cada um escolhe seu próprio destino.
2° Jesus não condena apenas espera que o aceite.
3° Basta amá-lo mais do qualquer coisa.
4° Ele quer fazer morada. Abra a porta do seu coração.
5° Não despreza o convite.
O filho desobediente e a volta ao lar, lençóis nas árvores.

A ser viço do rei Pr. João Nunes Machado


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