quinta-feira, 15 de novembro de 2012

como posso perdoar?


TEXTO BASE RM 5: 1 ,6 =11

INTRODUÇÃO

TEMA: COMO POSSO PERDOAR?=III

Milhares de casos como este podemos ouvir.
Nos voltamos com ódio e desprezo para um indivíduo com este.
Como podemos curar esta ferida?
Há perdão para coisa deste vulto?
Como você perdoa? Quando custo é alto, a dor insuportável e sua ira ainda arde?



PROVA
Por onde devemos começar?
Comece procurando compreender o outro.
Não diga que ele não merece sua compreensão.
Há sempre um motivo atrás de cada ato.
Por trás de um homem grosseiro e rude, pode estar uma criança incapaz de amadurecer.
Se é exigente, possessivo ou explorador dos outros, pode tratar-se de um menino perdido, em busca desesperada de afeto e aceitação.
Quem pode saber?

Pode ser vítima de uma criação incorreta, sem estrutura, sem uma família para lhe servir de referência e base para dirigir a sua própria.
A verdade sobre a compreensão é só a metade.
Qualquer compreensão humana de outro ser humano está corrompida pelo nosso próprio mal.
Nada de nós tem bondade suficiente par que se lhe confie o conhecimento completo de outra pessoa.
O objetivo da compreensão é unicamente ajudar-nos a ver a diferença entre o que o pecador fez e o que ele é.
Sim ele fez o mal, mas ele é mais do que aquele simples delito.

NÃO PROCURE COMPREENDER A OUTRA PESSOA.

PROCURE ANTES SER COMPREENSIVO.
Porque se nos preocuparmos muito em decifrar a outra pessoa, fatalmente nos acharemos superiores a ela, e faremos um inevitável julgamento, prejulgamos suas atitudes, ações e os colocamos confinados como um tipo de pessoa X.
Ao invés disso, seja só compreensivo.
É isso que apreciamos nos outros e que os outros apreciam em nós.
Cada pessoa de suas relações merece a dádiva de ser compreendida por você.
Mostre-lhe interesse. Ouça-a. Aceite-a. Vá além das suas reações acerca do que ela faz ou como age, e comece a ser responsiva ao que ela é, quer ser ou pode vir a ser.
Isso não significa concordar com tudo que diz ou faz.
Compreender não significa, necessariamente, concordar.
Vou esclarecer.

Em lugar de concordar, procure ver as coisas do ponto de vista do outro, antes de concluir se são ou não válidas. Empatia.
Isso pode levá-lo a sentir o mesmo, respondendo às reações emocionais do outro, quer lhe pareçam ou não razoáveis.
Você aceita a pessoa como ela é, sem concordar com aquilo que ela faz. Quando a pessoa se sente aceita, ela tem um infinito caminho de mudança e aperfeiçoamento.
Mas quando ela não é reconhecida, ela fecha-se a qualquer contato e acabam-se as chances de mudança
.
VALOR
Nenhum homem é tão vil que não seja objeto do amor de Deus.
Nenhum homem por mau que seja, está excluído do perdão de Deus, a menos que se exclua pela sua própria falta de arrependimento.
Nenhum homem pode ser considerado sem valor, já que Cristo, o próprio Deus, morreu por ele.
Nenhum homem é indigno de amor. Se Deus o ama, então pode fazê-lo através de mim.
Certa mulher descobriu essa verdade a duras penas.
Seu marido é um animal, bruto, sujo, bêbado e violento.
Como ela podia continuar amando-o e perdoando?
Isso aconteceu uma noite, já tarde, ela disse.
Ele voltou para casa bêbado, blasfemando e maltratando.
Foi aí que enfrentei o seu olhar vidrado.
Ele ergueu a mão para me bater de novo. Senti interiormente um flama de ódio e repulsa.
Então, de repente me lembrei:
Seria uma palavra amável durante nosso noivado, a ternura de nossos votos matrimoniais, sua oração fervente quando nosso filho nasceu?
Não sei, mas naquele instante compreendi que o homem que conhecera e amara era o verdadeiro, não aquele a minha frente.

Agora, não posso olhar para ele sem ver a prisão vazia e desesperadora em que ele se encontra.
Meu amor e perdão é seu único vínculo com Deus. Como poderia rompê-lo?

"AMAR O INIMIGO NÃO SIGNIFICA AMAR O LODAÇAL EM QUE A PÉROLA ESTA, MAS AMAR A PÉROLA QUE ESTÁ NO LODO."

PERORAÇÃO
Quando aprendermos a olhar em torno de nós com os olhos amorosos de Cristo, nenhum homem é indigno de amor, nenhum homem está além do perdão.
Colos. 3: 12 =17
Você não consegue?
Gálatas 5: 22

 A ser viço do rei Pr. João Nunes Machado

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