segunda-feira, 27 de maio de 2013

a propaganda enganosa do pecadp

TEXTO BASE  EZ 28: 16

INTRODUÇÃO

TEMA: A Propaganda Enganosa do Pecado

“Na multiplicação do teu comércio, se encheu o teu interior de violência, e pecaste; pelo que te lançarei, profanado, fora do monte de Deus e te farei perecer, ó querubim da guarda, em meio ao brilho das pedras”
(Ez 28: 16).

Satanás foi o primeiro comerciante desonesto. Ele ofereceu o fruto proibido, anunciando vantagens inexistentes.

I° Ele usou a Palavra de Deus para conduzir ao pecado.

“Mas a serpente, mais sagaz que todos os animais selváticos que o Senhor Deus tinha feito, disse à mulher:

É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?” (Gn 3.1).


Da mesma forma, muitos usam a Bíblia para conduzir ao erro.

São tempos difíceis, são tempos de vigilância.

É tempo de guardarmos o que temos, a nossa salvação, a nossa fé, para que ninguém tome a nossa coroa (Ap 3: 11).

II. Apresentou-se “amigavelmente” para uma conversa “inocente”.

“Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes “(1° Co 15: 33).

Muitas pessoas se apresentam como amigas, mas querem nos levar para o mau caminho.

Provérbios 6.16 diz que aquele que semeia discórdia entre irmãos é abominável diante de Deus.

III. Mentiu quando disse que o pecado não teria consequências negativas:

“É certo que não morrereis”.

“Então, a serpente disse à mulher: É certo que não morrereis” (Gn 3: 4).

A quebra de princípios tem sido algo natural no meio de uma sociedade corrompida.

Vive-se como se as atitudes não tivessem consequências, e sabemos que colhemos o que semeamos.

IV. Mentiu quando disse que o pecado faria com que Adão e Eva fossem iguais a Deus.

“Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal” (Gn 3: 5).

O erro nos promete vantagens inexistentes e, às vezes, impossíveis.

Ex: As novelas, filmes e algumas literaturas mostram pessoas que vivem de modo corrupto, imoral ou criminoso e no fim saem vitoriosas.

V. A árvore era “boa, agradável e desejável”.

“Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu” (Gn 3: 6).

Este é o lado real e mais ameaçador dessa trama.

O pecado tem aspecto atraente e proporciona, de fato, alguma medida de prazer.

Esta é a isca que esconde o anzol.

Conclusão: Cuidado com as artimanhas do inimigo.

Ainda hoje, ele anuncia prazeres imediatos e temporários, enquanto oculta prejuízos futuros e eternos.

Sua mercadoria é interessante para a carne, mas o seu preço é muito alto: a alma humana.

Resista as ofertas do Diabo, pois o caminho de Deus nos reserva prazeres incomparáveis, acompanhados da paz e da presença do Senhor.

Sua vontade para nós, além de ser boa e agradável, também é perfeita.

Veja o que o Ap. Paulo diz em Rm 12.1 =2:

“Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional”.

“E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.
  A ser=viço do rei Pr. João Nunes Machado


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