quinta-feira, 9 de maio de 2013

o negocio é ficar?


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INTRODUÇÃO

TEMA: “O Negócio é Ficar?” – Parte 1ª 2

Todo o mundo aplaudiu quando finalmente Lígia ficou com Roberto. Ele era um “gatão”–bonito, atlético, inteligente. Mesmo que ele ainda não fosse crente, Lígia já o convidara para a reunião da mocidade.
Todas as amigas ficaram com ciúmes. Todas, menos uma.
Kátia, sua melhor amiga, não acreditava que Lígia havia voltado atrás na sua decisão de não entrar na onda de “ficar”. “Lígia, o que aconteceu? ” ela interrogou.
“Você disse que não queria nenhum envolvimento físico com um rapaz antes de assumir um compromisso sério.
Você não é a mesma pessoa como antes . . .” “Cai fora, Kátia. Nestes dias não dá pra gente resisitir.



Todo mundo faz. Você está com ciúmes porque eu consegui o Roberto. Hoje, o negócio é ficar.”
“Ficar” é um fenômeno entre a juventude brasileira.
Embora o “namoro de praia” sempre existia, esta nova onda social atinge muito mais adolescentes e jovens, e constitui um perigo ainda maior.
O que significa “ficar”? Uma reportagem da Veja (13 de junho, 1990) entitulada “O Negócio é Ficar” o descreveu assim:
“Ficar . . . transformou-se na definição de um pré-namoro, em que apenas abraços e beijinhos não têm fim–mas isso não significa que exista um compromisso entre os que ficam.”
Em outras palavras, quem “fica” entra num relacionamento que inclui (e normalmente enfatiza) envolvimento físico sem nenhum compromisso de longo prazo.
Em pouco mais de cinco anos, a onda de “ficar” tem atingido uma grande porcentagem da nossa mocidade. Mas poucos têm avaliado biblicamente o que gosto de chamar “ficação”.
Para o jovem cristão, o negócio é ficar? Creio que a resposta é: não!! Além disso, creio que “ficação” é mais uma tentativa de Satanás para minar a pureza moral da nossa juventude, neutralizar seu testemunho, e, eventualmente, estragar seus futuros lares.
Existem pelos menos duas razões bíblicas porque o jovem cristão não deve seguir a moda de ficar:
1° Amizade bíblica implica em compromisso.
O livro de Provérbios esclarece a natureza da verdadeira amizade: ela exige constância (Pv. 17:17, 18: 24), lealdade (17: 10), e compro­misso (17: 17).
Não é influenciada pelo “exterior” como bens materiais e aparências (19: 4,6,7; 14: 20,21).
Sempre pensa no bem-estar do outro, não na sua própria gratificação, e não mede esforço para provocar melhoras no caráter do outro (27:17; cf. 27: 5,6).
A amizade verdadeira segue o padrão de amor em 1 Co. 13: 4 =8.
O compromisso de se dar é muito raro em nossos dias, mesmo entre amigos, e praticamente inexistente no “ficar”.
2) Biblicamente, o envolvimento físico legítimo entre duas pessoas sempre exige compromisso sério entre elas, especificamente, casamento.
A união física de duas pessoas reflete uma aliança (compromisso) entre elas (Pv. 2: 17, Ml. 2:14, Gn. 2: 24).
Deus criou as expressões físicas de amor e intimidade como uma “escada biológica”.
No plano de Deus, cada degrau da “escada” leva naturalmente para o próximo, até alcançar o “topo”, a consumação sexual.
Deus deixa bem claro que esta experiência se reserva para casais casados (Hb. 13: 4).
 Mas deve-se perguntar se um casal tem o direito de subir qualquer degrau da escada quando não há compromisso, seriedade e intimidade interior nos níveis social, emocional, intelectual e espiritual. 1 Ts. 4: 3 =8 adverte contra o uso do corpo para satisfazer desejos impuros de uma forma egoista.
A exploração do corpo de uma outra pessoa barateia tanto a pessoa quanto o propósito de Deus.
Na Bíblia isso representa, na melhor das hipóteses, falsidade e hipocrisia, e na pior, fornicação e prostituição.
Além destas razões, existem algumas conseqüências sérias de “ficar”.
Mais uma vez, descobrimos que Satanás tem enganado a muitos para pensarem que ficar “não faz mal”.
Vários jovens já afirmaram para mim que estas conseqüências são a realidade em suas vidas.
1° Você ganha uma “reputação” (cf. Pv. 5: 3,5; 7: 5 =13).
Todos os colegas sabem quem “fica” e quem não “fica”, quem está “disponível” e quem não.
Conforme a reportagem da Veja, os próprios jovens ainda policiam as meninas que “ficam demais”.
E “as garotas ainda temem ser mal compreendidas pelos rapazes.” Isso porque sabem que os meninos falam.
2ª Você perde seu testemunho (Mt. 5:13). Muitos jovens ficam porque dizem que “todo mundo faz”.
Mas a Palavra de Deus nos adverte contra sermos conformados com este mundo (Rm. 12: 2).
Ter um testemunho implica em ser diferente! O sal que perde seu gosto não vale para mais nada.
Onde estão os jovens de garra e fibra como José e Daniel, que resistiram tentação no poder do Espírito?
3° Você se sente sujo, usado, e culpado (Pv. 5:10 =13).
O jovem em Provérbios 5 reconhece sua insensatez em não dar ouvidos para seus pais e conselheiros.
Pena que foi tarde demais. Tenho falado com muitos jovens que confirmam que se sentiram explorados depois de “ficar”.
Veja citou um psicólogo que afirmou sobre o “ficar” “Nem tudo está perfeito.
As meninas ainda têm culpa e os rapazes não estão acostumados a simplesmente ficar. . . Isso quer dizer que os próprios jovens acabam se confundindo . . . ficando com um no sábado e com outro no domingo.”
A ser viço do rei Pr. João Nunes Machado
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INTRODUÇÃO
TEMA: Namoro: não é para você, adolescente!=II

Namoro: não é para você, adolescente!
1˚ AMADUREÇA seus sentimentos, eles ainda estão confusos.
Você não diferenciar amor de paixão ou de gases! Namoro é para quem está decidido a casar
2˚ DEFINA sus valores básicos para a vida como fé, seguir o Senhor e Salvador Jesus Cristo, profissão, família, filhos e seu envolvimento com a Igreja. Depois procure alguém que pense semelhantemente como você.
3˚ENVOLVA-SE, na sua adolescência, prioritariamente com Deus. Firme-se no Senhor, confirme e aprofunde sua fé, solidifique sua caminhada com Jesus.
4˚ TENHA amigos e amigas. A tendência é o isolamento dos adolescentes que namoram. O namoro geralmente é possessivo por causa da insegurança do adolescente.
5˚ ESTABELECE sua identidade, quem você é e o que você quer. Somente depois vá para o namoro.
Quer um número? Namore após seus 18 anos
Wanderley Rangel Filho
A ser viço do rei Pr. João Nunes Machado


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