terça-feira, 4 de junho de 2013

qual a origem da igreja católica?

TEXTO BASE 2° PEDRO 2: 1 =3

INTRODUÇÃO 

TEMA: QUAL A ORIGEM DA IGREJA CATÓLICA?

Pergunta: "Qual a origem da Igreja Católica?Os

falsos mestres, seu caráter, obras, e justo castigo

1° “Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição”.
2° “E muitos seguirão as suas dissoluções, e por causa deles será blasfemado o caminho da verdade;”
3° “também, movidos pela ganância, e com palavras fingidas, eles farão de vós negócio; a condenação dos quais já de largo tempo não tarda e a sua destruição não dormita”.

Resposta: A Igreja Católica Romana declara que sua origem é a morte, ressurreição e ascensão de Jesus Cristo em aproximadamente 30 d.C. >



A Igreja Católica proclama a si própria como a Igreja pela qual Jesus Cristo morreu, a Igreja que foi estabelecida e construída pelos Apóstolos.
É esta a verdadeira origem da Igreja Católica?
Pelo contrário. Mesmo uma leitura superficial no Novo Testamento irá revelar que a Igreja Católica não tem sua origem nos ensinamentos de Jesus, ou de Seus apóstolos.

No Novo Testamento, não há menção a respeito do papado, adoração a Maria (ou a imaculada concepção de Maria, a virgindade perpétua de Maria, a ascensão de Maria ou Maria como co-redentora e mediadora)>
petição por parte dos santos no Céu pelas orações, sucessão apostólica, as ordenanças da igreja funcionando como sacramentos, o batismo de bebês, a confissão de pecados a um sacerdote, o purgatório, as indulgências ou a autoridade igual da tradição da igreja e da Escritura.

Portanto, se a origem da Igreja Católica não está nos ensinamentos de Jesus e Seus apóstolos, como registrado no Novo Testamento, qual a verdadeira origem da Igreja Católica?

Pelos primeiros 280 anos da história cristã, o Cristianismo foi banido pelo Império Romano, e os cristãos foram terrivelmente perseguidos.

Isto mudou depois da “conversão” do Imperador Romano Constantino. Constantino “legalizou” o Cristianismo pelo Edito de Milão, em 313 d.C. Mais tarde, em 325 d.C., Constantino conclamou o Concílio de Nicéia, em uma tentativa de unificar o Cristianismo.
Constantino imaginou o Cristianismo como uma religião que poderia unir o Império Romano, que naquela altura começava a se fragmentar e a se dividir.
Mesmo que isto aparente ser um desenvolvimento positivo para a igreja cristã, os resultados foram tudo, menos positivos.

Logo Constantino se recusou a abraçar de forma completa a fé cristã, mas continuou com muitos de seus credos pagãos e práticas.

Então, a igreja cristã que Constantino promoveu foi uma mistura de verdadeiro Cristianismo e paganismo romano.

Constantino achou que, com o Império Romano sendo tão grande, vasto e diverso, nem todos concordariam em abandonar seus credos religiosos e abraçar o Cristianismo.

Então, Constantino permitiu, e mesmo promoveu a “cristianização” de crenças pagãs.
“Crenças completamente pagãs e totalmente não-bíblicas ganharam nova identidade “cristã”.
Seguem-se alguns claros exemplos disso:

I° O Culto a Ísis, deusa-mãe do Egito e esta religião, foram absorvidas no Cristianismo, substituindo-se Ísis por Maria. 

Muitos dos títulos que eram usados para Ísis, como “Rainha dos céus”, “Mãe de Deus” e “theotokos” (a que carregou a Deus) foram ligados a Maria.
A Maria foi dado um papel exaltado na fé cristã, muito além do que a Bíblia a ela atribui, com o fim de atrair os adoradores de Ísis para uma fé que, de outra forma, não abraçariam.

Na verdade, muitos templos a Ísis foram convertidos em templos dedicados a Maria.
A primeira indicação clara da Mariologia Católica ocorre nos escritos de Origen, que viveu em Alexandria, Egito, que por acaso era o lugar principal da adoração a Ísis.

II° O Mitraísmo foi uma religião no Império Romano do 1º ao 5º século d.C. 
Foi muito popular entre os romanos, em particular entre os soldados romanos, e foi possivelmente a religião de vários imperadores romanos.

Mesmo que jamais tenha sido dado ao Mitraísmo um status “oficial” no Império Romano, foi de fato religião oficial até que Constantino e imperadores romanos que o sucederam substituíram o Mitraísmo pelo Cristianismo.

Uma das principais características do Mitraísmo era a refeição sacrificial, que envolvia comer a carne e beber o sangue de um touro.
Mitras, o deus do Mitraismo, estava “presente” na carne e no sangue do touro, e quando consumido, concedia salvação àqueles que tomavam parte da refeição sacrificial (teofagia, comer o próprio deus).

O Mitraísmo também possuía sete “sacramentos”, o que faz com que as semelhanças entre o Mitraísmo e o Catolicismo Romano sejam tão numerosas que não as podemos ignorar.
Constantino e seus sucessores encontraram um substituto fácil para a refeição sacrificial do Mitraísmo no conceito da Ceia do Senhor/Comunhão Cristã.

Infelizmente, alguns cristãos primitivos já haviam ligado o misticismo à Ceia do Senhor, rejeitando o conceito bíblico de uma simples e adorativa rememoração da morte e sangue derramado de Cristo.

A romanização da Ceia do Senhor completou a transição para a consumação sacrificial de Jesus Cristo, agora conhecida como a Missa Católica/Eucaristia.

III° A maioria dos imperadores romanos (e cidadãos) era henoteísta. 
Um henoteísta é alguém que crê na existência de muitos deuses, mas dá atenção especial a um deus em particular, ou considera um deus em particular como supremo e acima dos outros deuses.
Por exemplo, o deus romano Júpiter era supremo acima do panteão romano de deuses.
Os marinheiros romanos eram freqüentemente adoradores de Netuno, o deus dos oceanos.
Quando a Igreja Católica absorveu o paganismo romano, ela simplesmente substituiu o panteão de deuses pelos santos.
Assim como no panteão romano de deuses havia um deus do amor, um deus da paz, um deus da guerra, um deus da força, um deus da sabedoria, etc, da mesma forma, na Igreja Católica havia um santo “responsável” por cada uma destas coisas, e muitas outras categorias.
Assim como muitas cidades romanas tinham um deus específico para ela, também a Igreja Católica providenciou “santos padroeiros” para as cidades.

IV° A supremacia do bispo romano (o papado) foi criada com o apoio de imperadores romanos. 
Com a cidade de Roma sendo o centro do governo para o Império Romano, e com os imperadores romanos vivendo em Roma, a cidade de Roma alcançou proeminência em todos os aspectos da vida.
Constantino e seus sucessores deram apoio ao bispo de Roma como governante supremo da Igreja.
Logicamente é o melhor para a unidade do Império Romano que o governo e estado religioso sejam centralizados no mesmo lugar.

Mesmo a maioria de outros bispos (e cristãos) resistindo à idéia da supremacia do bispo romano, o bispo romano ascendeu à supremacia, por causa do poder e influência dos imperadores romanos.
Quando houve a queda do Império Romano, os papas tomaram para si o título que anteriormente pertencia aos imperadores romanos - Máximo Pontífice.

Muitos outros exemplos poderiam ser dados.
Estes quatro devem ser suficientes para demonstrar a verdadeira origem da Igreja Católica.

Logicamente a Igreja Católica Romana nega a origem pagã de seus credos e práticas.

A Igreja Católica disfarça suas crenças pagãs sob camadas de teologia complicada.

A Igreja Católica desculpa e nega sua origem pagã sob a máscara de “tradição da igreja”.

Reconhecendo que muitas de suas crenças e práticas são em essência estranhas à Escritura, a Igreja Católica é forçada a negar a autoridade e suficiência da Escritura.

A origem da Igreja Católica é a trágica mistura de Cristianismo com religiões pagãs que o cercavam.
Ao invés de proclamar o Evangelho e converter os pagãos, a Igreja Católica “cristianizou” as religiões pagãs e “paganizou” o Cristianismo. Embaçando as diferenças e apagando as distinções, sim, a Igreja Católica se fez atraente às pessoas do Império Romano.

O resultado foi que a Igreja Católica se tornou a religião suprema no “mundo romano” por séculos.

Contudo, um outro resultado foi a mais dominante forma de apostasia cristã do verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo e da verdadeira proclamação da Palavra de Deus.

2°  Timóteo 4: 3= 4 declara: “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.”
A própria Bíblia Sagrada nos alerta sobre o aparecimento de religiões, seitas falsas e heresias.

O próprio Jesus é quem nos admoesta:
Mt 24: 11,24 - “... levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos: porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos”.
O apóstolo Paulo é quem nos adverte:

1°  Tm 4: 1 - “... Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios”.

O apóstolo Pedro também nos adverte:

2° Pe 2: 1=3 - “Assim, como no meio do povo surgiram falsos profetas, assim, também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo, sobre si mesmos, repentina destruição.

“E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade; também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles, o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme”.

II° O que é uma heresia? Uma religião falsa? Ou uma seita falsa?
Heresia> Derivada da palavra grega “haíresis”, significa escolha, doutrina oposta aos ensinos divinos e que promove divisões.
Seita> Na prática, uma religião ou doutrina fundamentada em heresias. As seitas possuem características que permitem a sua identificação.

III° Que fatores favorecem o seu surgimento e evolução?
O homem é um ser, por natureza, religioso; Deus o fez assim. Onde quer que se encontrem seres humanos, há vestígios de religião.
A Palavra religião vem do latim “religare”, o que dá idéia de que o homem está separado de Deus.
Na sua busca, se o homem não for conduzido à religião verdadeira, certamente inventará uma para si próprio, ou se apegará a uma outra que lhe for proposta com entusiasmo e veemência, por qualquer pessoa.

1° A ação diabólica no mundo

O mundo está sendo preparado para o reinado do Anticristo.

2° Ts 2: 7 - “Com efeito, o mistério da iniqüidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém”.

2° A ação diabólica na igreja

Nem todos os que estão na igreja fazem parte do Corpo de Cristo.

Mt 13: 25 - “... mas, enquanto os homens dormiam, veio o inimigo dele, semeou o joio no meio do trigo, e retirou-se”.
At 20: 29=30 -  “Eu sei que, depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes que não pouparão o rebanho.
“E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles”.

III. A ação diabólica contra a Palavra de Deus
Satanás cega o entendimento do homem, além de roubar-lhe o que foi semeado.

2° Co 4: 3=4 -  “Mas, se o nosso evangelho ainda está encoberto, é para os que se perdem que está encoberto, nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus”.

2° Tm 4: 3=4 - “Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres, segundo as suas próprias cobiças. Como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas”.
Mt 13: 19a - “A todos os que ouvem a palavra do reino, e não a compreendem, vem o maligno e arrebata o que lhes foi semeado no coração”.

1° A falta de ensino da Palavra

A Palavra de Deus tem sido pregada, mas não tem sido tão ensinada como devia.
Jesus pregava e ensinava, e as multidões se maravilhavam com a sua doutrina.
Pregar a Palavra, sem ensiná-la, é preparar o terreno para o surgimento de doutrinas falsas.
Mt 22: 29 - ”Respondeu-lhes Jesus: Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus”.

2° A interpretação distorcida das Escrituras

Isso tem levado muitos fiéis a práticas que são contrárias à Palavra de Deus. Há pregadores que difundem suas próprias idéias, afirmando ser a Palavra do Senhor.

Jr 23: 16 - “Assim diz o Senhor dos Exércitos: Não deis ouvidos às palavras dos profetas que entre vós profetizam, e vos enchem de vãs esperanças; falam as visões do seu coração, não o que vem da boca do Senhor”.

2° Pe 2: 3 - “... também movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo, não tarda, e a sua destruição não dorme”.

3. A falta de conhecimento da verdade bíblica

O desconhecimento da Palavra de Deus fará com que você nunca conheça, verdadeiramente, a pessoa de Jesus.

Jo 8: 31= 32 - “Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”.

4° A falta de maturidade espiritual

Muitos têm se aventurado pelo desconhecido; às vezes, por mera curiosidade.

Ef 4: 14 - “... para que não mais sejamos meninos, agitados de um lado para o outro, e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro”.

Leia mais: http://www.gotquestions.org/Portugues/origem-Igreja-Catolica.html#ixzz2VGnL07RE


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