terça-feira, 3 de setembro de 2013

avivamento que buscamos

TEXTO BASICO Hc 3: 2

INTRODUÇÃO

TEMA: O AVIVAMENTO QUE BUSCAMOS 

 “Eu ouvi, Senhor, a tua fama, e temi; aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos; faze que ela seja conhecida no meio dos anos; na ira lembra-te da misericórdia.”

No dicionário Aurélio, avivamento é definido como o ato ou efeito de avivar – tornar mais vivo, mais nítido, cobrar ânimo, ficar intenso.




O justo viverá pela sua fé



Habacuque, o profeta-filósofo, perturba-se com a gravíssima iniqüidade de Judá.
Mas, em contraste com seu contemporâneo Jeremias, sente maior solicitude pela aparente relutância de Deus em julgar, do que pela falta de arrependimento do povo.
A destruição, a violência e a falta de consideração pelas leis divinas florescem sem que ninguém as refreie (1:2-4), apesar das ardentes rogativas do profeta pedindo a intervenção divina.

Deus responde a Habacuque que dentro em breve ele receberá a resposta; os ferozes e impios caldeus (babilônios) serão a vara de Deus que açoitará a Judá diante dos próprios olhos de Habacuque (1: 5 =6).
Em vez de aliviar a carga do profeta, esta resposta torna-a mais pesada, ficando Habacuque angustiado por um novo e mais espinhoso problema:

Como pode Deus, cujos olhos são tão puros que não podem contemplar o mal, permanecer em silêncio enquanto uma nação ímpia, sedenta de sangue, destrói uma nação mais justa que ela (1: 13)?
O profeta procura um lugar solitário para esperar a resposta de Deus (2:1).

A resposta vem mediante uma das mais sublimes declarações das Escrituras Sagradas: 

o justo pela sua fé (ou fidelidade) viverá; o justo será preservado no dia da angústia, porque dependeu de Deus, o que faz que se possa depender dele; certa e repentina será a retribuição dos invasores cheios de

soberba, que compreenderão que a tirania não faz sentido e a idolatria é uma inutilidade (2: 6=19).

A resposta finaliza com um mandamento de silêncio universal diante do Deus soberano (2: 20).

Com a convicção de que a justiça triunfará, o profeta eleva seu coração numa prece rogando a Deus que realiza uma obra portentosa como a que realizara no Êxodo e no monte Sinai (3: 2=15).
Depois de descrever o majestoso esplendor do Onipotente, Habacuque reafirma sua confiança no Deus de sua salvação, por meio de uma das mais emocionantes confissões que encontramos nas Escrituras Sagradas (3: 17=19).

O apóstolo Paulo registrou o segredo de uma vida cheia do Espírito e avivada: Gl 2: 20

A oração do profeta Habacuque é um clamor pelo avivamento.

Quais são as indicações que precisamos de um avivamento?

I. FRIEZA NA DEVOÇÃO! “Mas você sufoca a piedade e diminui a devoção a Deus.” – Jó 15: 4
O dicionário Aurélio define devoção como:
“O ato de dedicar-se ou consagrar-se a alguém..., manifestação do sentimento religioso; Culto, prática religiosa”
Os nossos dias são marcados pela devoção a nós mesmos.
Nós nos dedicamos mais àquilo que está relacionado conosco do que com Deus.
Temos tempo para trabalhar, passear, visitar os parentes, ver televisão, ficar com os amigos, e quase nunca dispomos de tempo para estar com Deus e investir nas coisas relacionadas a Ele.
A leitura da Bíblia se tornou esporádica.

Em muitos casos, só a fazemos quando queremos um "versículo da sorte", uma palavra orientadora nos momentos difíceis, onde ela surge como uma espécie de amuleto.
Precisamos de um avivamento pessoal, ao percebermos que é pequeno o nosso interesse pelo estudo sistemático da Bíblia. Falta de devoção indica morte espiritual.
Falta amor, paixão pelas coisas de Deus.

II. ESCASSEZ DE ORAÇÃO: Disse Samuel: “E longe de mim esteja pecar contra o SENHOR, deixando de orar por vocês.” – I Sm 12: 23.
Eu não estou falando de oração somente na igreja. Eu me refiro a oração como Jesus mesmo indicou em Mt 6: 6
Por que será que gostamos mais da oração dos ajuntamentos do que da oração solitária?
Será que isso está ligado à necessidade de sermos vistos pelos homens em nossa devoção? Mt 23: 5
Mas a oração que vale, é um relacionamento vertical: é o homem falando em secreto com Deus, e Deus, em resposta a este relacionamento secreto, agindo publicamente.
O que se afirma, não é que só devemos orar em um quarto, e que não podemos orar em público - o próprio Jesus o fez (Jo 11: 41).
Uma sintonia preciosa na oração! Precisamos de um avivamento pessoal, quando minimizamos o poder da oração secreta.

III. FALTA DE ZELO PESSOAL E MINISTERIAL: 
Jesus respondeu: "Ninguém que põe a mão no arado e olha para trás é apto para o Reino de Deus". Lc 9: 62
Zelo é definido como: “afeição ou dedicação, cuidado, desvelo ardente por alguém ou por algo; vivo ardor a serviço de Deus....”Sentimos a falta de zelo, quando relaxamos com as "pequenas coisas" da fé.
Nossos atrasos nos cultos; falta sem justificativa, nosso desmazelo com nossa vida devocional; nosso comportamento no ajuntamento santo – culto de adoração; a maneira que fazemos nosso ministério; "pequenas" mentiras e aberturas em nossa vida para impurezas sexuais.
1° A falta de zelo nos leva a uma postura de relaxo com Deus. Jr 48: 10
2° A propósito, como está o seu ardor por Deus?
3° Qual nota você dá para sua paixão pela obra de Deus?

IV. COMPORTAMENTO REBELDE. “Mas os rebeldes vivem em terra árida.”- Sl 68: 6
1° Precisamos de um avivamento pessoal, quando notamos que o nosso coração indica um comportamento rebelde.
2ª Rebeldia! Penso que não há outra palavra que se encaixe melhor para definir nossos dias.
3° Igrejas cheia de rebeldes que nunca se submetem!
4° Famílias formadas por rebeldes.
5° Maridos que exigem submissão, mas que nunca se submetem a Deus e a ninguém. Empregados rebeldes – patrões rebeldes.
Obreiros Rebeldes. Basta um descontentamento e a rebeldia é manifesta na abertura de uma nova igreja – uma nova denominação.
Musica na igreja feita por um amontoado de rebeldes. Músicos e cantores que nunca se submetem!
Não seria isto um sinal da necessidade de avivamento?
A Bíblia diz: I Samuel 15: 23.

V. FALTA DE HONESTIDADE: “E a minha honestidade dará testemunho de mim no futuro.” – Gn 30: 33
Precisamos de um avivamento pessoal, ao constatarmos desonestidade em nossa forma de viver.
Desonestidade no trabalho. Empregados que são desonestos com seu tempo no serviço.
Mentiras com doenças que não existem, e tempo gasto em coisas que não são necessárias. Mentiras em suas vendas etc...
Patrões que enriquecem a custo de dinheiro desonesto e que ainda forçam seus empregados a toda prática mentirosa.

VI. MAU USO DA BOCA. 
“Pois, quem quiser amar a vida e ver dias felizes, guarde a sua língua do mal e os seus lábios da falsidade.” – I Pe 3: 10.
Precisamos de um avivamento pessoal, quando usamos mal nossa boca.

3 coisas fazem com que a boca entristeça a Deus:
1° Piadas maledicentes,

2° Fofocas

3° Murmurações,

Conclusão

Precisamos um avivamento pessoal, ao verificarmos que em nossa vida há mundanismo.
Envolvimento com jogos, bebedeiras, danças, boate, namoro escandaloso, pessoas que vivem juntas sem serem casadas, jogos de azar, luxuria, falta de critérios no modo de vestir (marcado pela sensualidade e erotismo) etc...

Orem comigo para que Deus faça um avivamento, a começar por mim e por você que estamos aqui nesta bela manhã dominical.
Que este fogo se incendeie por toda nossa igreja e cidade.
A ser viço do rei Pr. João Nunes machado

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