sábado, 25 de outubro de 2014

abuso de poder no casamento cristão, que destroi

ABUSO DE PODER NO CASAMENTO CRISTÃO, QUE O DESTROI.

Como um casal através do abuso do poder pode destruir o casamento.

1. Solicitar e exigir o centro das atenções.

Uma pessoa que só pensa em si mesmo está sendo governada pelo orgulho.

Esse é o veneno que mata qualquer relacionamento.

2. Manipular, mandar e castigar.
A manipulação através da repreensão, desprezo, críticas, acusações e regularizações destrói o vínculo conjugal.

3. Negar intimidade.
O cônjuge que deseja o poder muitas vezes irá criar e manter a distância do parceiro. O medo de perder o “controle” não permite intimidade.
Esse tipo de abuso pode levar o parceiro ignorado a procurar calor, aceitação e amizade em outros lugares.

4. Apenas receber 
“O que eu ganho com isso?”, é a pergunta na mente desse cônjuge.
Algumas vezes o “recebedor” fará uso do charme, inteligência persuasão, desaprovação ou desprazer para conseguir o que quer dos outros.
A tendência de usar o cônjuge com fins egoístas, não colaborando e tentando manipulá-lo, pode destruir a auto-estima da pessoa que está sendo vítima deste abuso.
Se um cônjuge precisa sempre receber, o outro tem de se mostrar sempre liberal.

5. Buscando o controle – o(a) controlador(a)


Os que temem que a vida possa controlá-los, no geral viram a mesa a fim de certificar-se de que controlam os outros.
O “controlador” se torna mestre em ocultar do cônjuge os seus sentimentos, intelectualizando as situações, a fim de evitar mostrar emoção.
Este cônjuge priva o relacionamento da espontaneidade, no esforço de manter sua imagem de parceiro que mantém o controle.

6. Apresentando um imagem de retidão – o cônjuge fariseu.
Infelizmente, muitos cônjuges pensam que sua bondade lhes trará realização, alegria, paz e felicidade na relação conjugal. Esta é a razão de se sentirem compelidos a apontar as fraquezas de outros.
A briga neste tipo de relacionamento é caracterizada por um egoísmo que considera apenas os seus sentimentos e opiniões pessoais.
O parceiro então desanima.
Em razão de nunca ser suficientemente bom, o cônjuge abusado começa a assumir o papel de “mau” no relacionamento.

7. Mostrar-se superior.
A prioridade aqui é ser melhor que os outros. Esta atitude, lamentavelmente, se reflete com mais freqüência nos cristãos.
Na realidade, o cônjuge “superior” muitas vezes se sente inadequado ou não se acha a altura do parceiro.

O abusador, então, compensa o seu sentimento esforçando-se para ser mais competente, eficiente, reconhecido e útil ao outro.
O parceiro oprimido, em conseqüência, se fecha no que diz respeito a correr riscos e compartilhar no casamento, temendo que suas palavras sejam interpretadas de maneira diferente da pretendida.
Torna-se submisso, controlado, manipulado e cauteloso, procurando a todo custo evitar ferir a sensibilidade do cônjuge “superior”.

8. Buscando vingança.
Quando o cônjuge se sente desarmado e traído, sem esperança de vir a ser aceito, quase sempre busca vingar-se. O parceiro desanimado pode começar a ferir seu cônjuge verbalmente ou fisicamente, a fim de ficar quites.
Acredite, algumas pessoas mantém registros em sua mente sobre relacionamento conjugal.
A vingança se torna, portanto, uma obsessão, deixando o outro cônjuge numa posição decididamente desvantajosa.

9. Esperando demais.
Quando as coisas não vão bem no casamento, a ameaça de rejeição pode provocar desânimo no cônjuge vitimado.
Esta tática de poder, espera continuamente que o parceiro seja “mais e mais” e faça “mais e mais” para manter feliz o dominador.

O parceiro mais fraco começa a compreender que, por mais que se esforce, jamais alcançará os padrões estabelecidos pelo “mais forte”.
Expectativas irreais pode intimidá-lo a ponto de fazê-los sentir incapaz de vir a ser aceito um dia.

10. Reter afirmação e conhecimento.
Quando deixamos de reconhecer o progresso e de apoiar a quem mais amamos, privamos o nosso parceiro da motivação que necessita para manter-se no caminho da excelência.
Pegar na mão do cônjuge ou dar-lhe um abraço amável e amoroso irá operar maravilhas e ajudá-lo a melhorar cada vez mais.
A espontaneidade de um beijo no rosto ou de um abraço apaixonado pode produzir o melhor dos efeitos e afirmar mais do que podemos imaginar em nosso casamento.

CONCLUSÃO
Não existe necessidade maior para uma pessoa, que não seja a dependência de Deus.
Para vivermos na dependência do Senhor, temos que entregar nossa vida totalmente para Ele, devemos consagrar a Ele cada segundo e minuto, cada ação e atitude, cada pensamento e cada palavra, para Deus.
Enfim, tudo, mas tudo mesmo que permeia e sustenta a nossa existência deve estar nas mãos de Deus.

ORAÇÃO
Senhor Jesus, peço que me perdoe, pelas vezes que não busquei em primeiro lugar o seu Reino e sua justiça, e pelas vezes que andei ansioso e preocupado, me esquecendo de confiar em Ti.
Eu declaro que deste dia em diante, a minha vida será uma vida de obediência, submissão e renúncia.
Começo agora renunciando meu eu, minhas vontades, meus desejos e a minha carne, e declaro para que o mundo espiritual ouça, que o Senhor Jesus sempre terá a última palavra na minha vida, e que sou totalmente dependente do Senhor, e o mais importante, a partir de hoje eu entrego a minha vida, nas mãos de Deus, para todo sempre em nome de Jesus, amém.

A serviço do rei, Pr. João Nunes e Juçara Graczcki NunesMachado

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