segunda-feira, 16 de maio de 2016

NOSSO CREDO!

EXAMINAI AS ESCRITURAS!

Nosso Credo!

Segundo Myer Pearlman “é a declaração do homem acerca da verdade quando apresentada em um credo”. 

O dogma é um decreto, uma decisão tomada. Sobre isto, o pastor Claudionor de Andrade escreveu: 

“... Declaração emitida por uma entidade eclesiástica acerca de um principio de fé. 

No caso da Igreja Cristã, todos os dogmas têm de ter por base as Sagradas Escrituras.

“Cremos” é uma declaração de fé concisa e sintetizada, que equivale aos Credos elaborados e presentes na Grande Tradição Cristã.

Sua origem nas Assembleias de Deus no Brasil remonta ao ano de 1938, quando o missionário norte-americano Theodoro Stohr, que atuava no interior de São Paulo, na edição do Mensageiro da Paz da segunda quinzena de outubro, p. 2, publicou um artigo traduzido por ele, sob o título 

“Em que crêem os pentecostais (no evangelho integral)”, onde um “Cremos” foi citado. 

As razões para a publicação do artigo de Sthor foram as constantes difamações, e as concepções errôneas acerca do movimento pentecostal.

A partir da 1ª edição de junho de 1969, p. 3, o “Cremos” passou a ser publicado no jornal Mensageiro da Paz.

Na ocasião, o pastor Alcebíades Pereira de Vasconcelos era o diretor de publicações da CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus) e diretor do Mensageiro da Paz, função assumida em 10 de janeiro de 1969, ao substituir o jornalista Emílio Conde.


I. (Dt 6. 4; Mt 28.19; Mc 12. 29) Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
II. (2 Tm 3.14-17) Na inspiração verbal da Bílbia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão




III. (Is 7.14; Rm 8. 34 e At 1. 9) Na concepção virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e sua ascensão vitoriosa aos céus.


IV. (Rm 3. 23 e At 3.19) Na pecaminosidade do homem que o destituiu da glória de Deus, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo é que pode restaurá-lo a Deus.


V. (Jo 3. 3-8) Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do Reino dos Céus.


VI. (At 10. 43; Rm 10.13; 3. 24-26 e Hb 7. 25; 5.9) No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor.


VII. (Mt 28.19; Rm 6.1-6 e Cl 2.12) No batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo.


VIII. (Hb 9.14 e 1Pd 1.15) Na necessidade e na possibilidade que temos de viver vida santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus no Calvário, através do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo.


IX. (At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7) No batismo bíblico no Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo, com a evidência inicial de falar em outras línguas, conforme a sua vontade.


X. (1 Co 12.1-12) Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme a sua soberana vontade.


XI. (1Ts 4.16. 17; 1Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5 e Jd 14) Na Segunda Vinda premilenial de Cristo, em duas fases distintas. Primeira - invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja fiel da terra, antes da Grande Tribulação; segunda - visível e corporal, com sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos.


XII. (2Co 5.10) Que todos os cristãos comparecerão ante o Tribunal de Cristo, para receber recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra.


XIII. (Ap 20.11-15) No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis.

XIV. (Mt 25. 46) E na vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento para os infiéis.

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