segunda-feira, 1 de abril de 2013

as cinco linguagens do amor

TEXTO BASE 1ª TES 5: 23


INTRODUÇÃO

TEMA: AS CINCO FASES DO CASAMENTO=I

"Primeira: Fase do encantamento, quando está enamorado do outro.
Ocorre quando o casal se sente plenamente realizado e absolutamente preenchido pelo outro.
Nesta fase o amor é cego. Há uma nutrição constante do vínculo. A sensação é de completude e totalidade.
Nesta fase,nenhum dos dois enxergam o "Real",mas sim aquilo que foi idealizado,sonhado,desenhado no tempo de namoro e noivado.
Ela o vê como o "príncipe azul",ele a vê como uma "princesa encantadora".
Costumo dizer que nesta fase, até o ronco dele soa como sinfonia;ela,mesmo despenteada quando acorda é linda e maravilhosa.É um tempo em que tudo é motivo para poesia.
Quanto tempo dura esta fase?Não sabemos, só podemos afirmar que ele passa.
Segunda: Fase do desencantamento, desidealização.



É a fase da confrontação das expectativas irreais do casamento, quando começamos a ver as diferenças entre as imagens que construímos do outro e os seus lados sombrios no cotidiano.
Na fase da conquista, da sedução, agente só mostra o lado ensolarado de nossa personalidade.
As sombras, as fraquezas, as feridas emocionais, os medos ficam escondidos.
Mas sempre chega o momento em que as coisas que estavam debaixo do tapete aparecem com a luz do dia.
 É nesta fase que muitas pessoas se desesperam na tentativa de mudar o outro, afim de que ele corresponda à imagem idealizada. Você não aceita como ele é.
Neste momento as pessoas são capazes de qualquer coisa: sufocam,oprimem,chantageiam,ameaçam,castigam-se mutuamente.
Quanto o casal é maduro e está aberto para aprender, logo percebe que o casamento é a união de dois seres humanos limitados e imperfeitos que podem crescer e se desenvolver com esta experiência conjugal.Isso faz toda diferença.
Terceira: Fase do "crescei e multiplicai-vos", quando a mulher se dedica aos filhos pequenos o homem está afirmando profissionalmente,consolidando sua carreira
É a fase onde há o perigo de perder o parceiro de vista dentro do casamento.
O homem mergulha no trabalho e a mulher é engolida pelo cuidado com a casa e as crianças e, muitas vezes, também com sua própria definição profissional.
Essa tensão drena todas as energias do casal.

É uma época onde os dois engavetam frustrações, magoas e raivas do passado.
Se o casal nets faze,não buscar em Deus a saída,com certeza o fim será o aprofundamento de emoções negativas que já estavam emergindo no fim da fase do encantamento.
Sendo assim, o relacionamento pode estagnar encalhar e virar uma prisão insuportável.
Os momentos de desencantamento são muito dolorosos porque envolvem doses inevitáveis de frigidez emocional. Essa é a hora de buscar ajuda externa
Quarta: Fase do questionamento e redefinições.
É a fase onde os parceiros questionam o vínculo, fazem um balanço da ligação.
Aqui está a grande oportunidade de o casal se libertar dos ressentimentos e frustrações em relação ao cônjuge.

Para alcançar essas mudanças implica enfrentar um processo trabalhoso que pode, em compensação, dar lugar a vitoria de Deus na relação, ternura, cuidado com o outro e à identificação.
Quando não há esforço e interesse em mudar a situação, o resultado final é o divorcio emocional ou a convivência amarga em um casamento morto.
Quinta: Fase de reintegração quando os filhos já estão adultos e o casal pode descobrir e se apaixonar.
Quando os dois, marido e mulher, conscientes do que significa "Casamento",conseguem superar as fases difíceis e seguir juntos,pode-se chegar a um momento de integração.
Podemos dizer que os dois atingiram o equilíbrio entre a individualidade e intimidade.
Não existe mais disputa sobre o quanto é meu,quanto é seu quanto é nosso,o que há é companheirismo,compromisso de amizade e comunhão.

É claro que as fases não são rígidas, com tempos definidos e seqüência predeterminada, com uma, necessariamente seguindo a outra.
Mas são momentos que todos os relacionamentos atravessam, com maior ou menor intensidade.
Eu chamaria essa fase de estações, primavera, verão, outono e inverno.
Adaptado por Pr. João Nunes Machado



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